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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Basta de violência!!

A equipe do Colégio Estadual Gentil Paraíso Martins (Complexo pois abriga enorme diversidade social, cultural e econômica), vem a público lamentar o ato de violência ocorrido dia 08 de julho, envolvendo duas menores pertencentes à rede pública de educação, uma das quais, aluna de nossa escola.
Ressalta que tal atitude não combina com o que incentivamos através de nossos projetos que estimulam a harmonia, o bom convívio, o respeito mútuo, a inclusão, a GENTILEZA!
Finaliza pedindo ao Criador que abençoe a todos e a todas e nos dê a paz.
Atenciosamente,
Equipe Gentil

segunda-feira, 30 de março de 2009

Violência nas escolas

Violência vira rotina na vida de alunos e professores de escolas públicas.

Reportagem exibida no Jornal Hoje Quinta-feira, 26/03/2009

Uma aluna foi atingida por um tiro na periferia de São Paulo. Em Salvador, um estudante de 18 anos foi morto dentro do colégio. O aumento no número de violência nas escolas assusta a sociedade.


quinta-feira, 26 de março de 2009

Violência






A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano.
João Paulo II




Violência gera violência, os fracos jugam e condenam, porém os fortes perdoam e compreendem.
Augusto Cury




A não-violência e a covardia não combinam. Posso imaginar um homem armado até os dentes que no fundo é um covarde. A posse de armas insinua um elemento de medo, se não mesmo de covardia. Mas a verdadeira não-violência é uma impossibilidade sem a posse de um destemor inflexível.
Mahatma Gandhi





Uma das coisas importantes da não violência é que não busca destruir a pessoa, mas transformá-la.
Martin King




A velhice é um estado de repouso e de liberdade no que respeita aos sentidos. Quando a violência das paixões se relaxa e o seu ardor arrefece, ficamos libertos de uma multidão de furiosos tiranos.
Platão






A violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora.
Benedetto Croce






Violência gera violência, os fracos julgam e condenam, porem os fortes perdoam e compreendem.
Augusto Cury






Todos os seres vivos tremem diante da violência. Todos temem a morte, todos
amam a vida. Projete você mesmo em todas as criaturas. Então, a quem você poderá
ferir? Que mal você poderá fazer
Buda




"Saber resistir à violência é forte, mas vulgar; saber resistir à calúnia e aos motejos é maior esforço e mais raro." (Alexandre Herculano)

"Uma das coisas importantes da não-violência é que não busca destruir a pessoa, mas transformá-la." (Martin Luther King)

"A não-violência nunca deve ser usada como um escudo para a covardia. É uma arma para os bravos." (Mahatma Gandhi)

"A não-violência leva-nos aos mais altos conceitos de ética, o objetivo de toda evolução. Até pararmos de prejudicar todos os outros seres do planeta, nós continuaremos selvagens." (Thomas Edison)

"A violência que fala é já uma violência que procura ter razão; é uma violência que se coloca na órbita da razão e que começa já a negar-se como violência." (Paul Ricoeur)

"A não-violência requer muito mais que coragem do que a violência."
(Mahatma Gandhi)

"A violência é uma questão de poder. As pessoas se tornam violentas quando se sentem impotentes." (Andrew Schneider)

"A violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora." (Benedetto Croce)

"A violência faz-se passar sempre por uma contra-violência, quer dizer, por uma resposta à violência alheia." (Jean-Paul Sartre)

"Na violência, esquecemos quem somos." (Mary McCarthy)

"A violência é o último refúgio do incompetente." (Isaac Asimov)

"A violência é sempre terrível, mesmo quando a causa é justa."
(Friedrich Von Schiller

As muitas formas de violência



As muitas formas de violência

Frases ameaçadoras do tipo “você nunca vai ser ninguém na vida” podem criar fantasmas por toda uma existência.

Violência não é um assunto moderno. Órgãos governamentais, educacionais e religiosos estão cada vez mais focando o interesse nesta área, e usando muitos recursos na busca de novos comportamentos, na esperança de que a violência familiar diminua. O mais lamentável é a constatação de que nem sempre a prática religiosa ameniza a agressividade. E em alguns casos, até há um aumento de agressão e violência motivada pelo zelo em relação ao cumprimento das regras e ou dos princípios da fé abraçada.
Há várias formas de se manifestar um comportamento violento: violência física, sexual, emocional, espiritual e outras. Fato é que qualquer violência é danosa e os males por ela causados podem ser desastrosos. A violência física, a mais fácil de ser identificada, é também a que mais chama a atenção. E contra esta podemos contar com a interferência policial, denunciando os abusos físicos que sofremos ou de que tomamos conhecimento. Mas é preciso ficar atento a outra forma de violência, bem mais sutil – mas nem por isso menos destrutiva: aquela praticada contra a alma do ser humano, a violência psicológica.
É alarmante o número de pessoas que chegam aos consultórios de psicólogos e terapeutas em busca de ajuda em relação a traumas adquiridos em conseqüência de violências sofridas na infância, na adolescência e na juventude. E os que se dão conta do mal sofrido e procuram atendimento especializado são os que apresentam ainda uma boa dose de saúde psíquica. Mas quantas pessoas estão hoje aniquiladas e destruídas a tal ponto que perderam qualquer motivação para serem elas mesmas e não encontram recursos para buscarem a restauração? E o mais desastroso é que muitas vezes quem pratica este tipo de violência é uma pessoa integrada na sociedade ou na comunidade religiosa – e daquelas que aparentam autocontrole, bondade e mansidão.
Vale citar o caso de Henrique, um jovem introspectivo, de pouca fala e com um talento artístico admirável. Enquanto criança, era distraído e demorava um pouco mais para apresentar resultados no aprendizado em comparação com a maioria dos colegas da mesma idade – só que sua mãe preferiria que o filho fosse uma dessas crianças falantes, desinibidas e que se destacassem pelo bom rendimento escolar. Como isso não acontecia, ela o criticava constantemente com frases duras, sempre desmerecendo o potencial do menino. Desapontada, aquela mãe resolveu levar Henrique a um médico, na certeza de que o filho tinha alguma deficiência séria. Foi o suficiente para que o menino entrasse numa espécie de congelamento emocional, acreditando que tinha menos potencial do que realmente possuía. Hoje, já adulto e em processo de resgate de sua própria auto-estima, ele já consegue se expressar, inclusive artisticamente, com muito talento.
A crítica, a comparação e a ameaça são as armas mais perigosas na violência emocional. A crítica, porque além de não construir uma auto-estima adequada, pode ainda aniquilar a confiança necessária a todo ser humano. A comparação, porque leva o indivíduo, sobretudo a criança, a duvidar dos próprios valores – mesmo que chegue à vida adulta e conquiste suas próprias realizações, sempre terá que lidar com aquela sensação negativa de que os outros são melhores. E a ameaça, porque pode criar fantasmas a povoar a mente, como se fossem monstros que se apresentam sugerindo frases ameaçadoras do tipo “você nunca vai ser ninguém na vida”.
Como pais, precisamos de coragem para olhar as projeções e idealizações que jogamos em cima dos nossos filhos. Não faz sentido exigir deles um desempenho incompatível com o jeito próprio de cada um ser. É preciso quebrar a imagem idealizada de perfeição a fim de abrir espaço para acolher as diferenças e peculiaridades dos filhos, sem temer a rejeição de outros – muitas vezes, aquela perpetrada pela própria comunidade religiosa. É preciso também uma capacidade de escuta amorosa, para ouvir de verdade quem é cada um dos filhos que estão sob nosso cuidado e responsabilidade.
Deus é nosso parâmetro de amor. Precisamos conhecer e experimentar profundamente a sua graça amorosa, a graça de um Pai que nos ama e nos acolhe indistintamente. Com a percepção do amor divino inundando nosso coração, seremos mais capazes de amorosamente acolher cada filho, ajudando-o a desenvolver o potencial nato e especial que cada ser humano tem. Sem críticas, sem comparação e sem ameaças.

Esther Carrenho
Fonte: http://www.cristianismohoje.com.br/